Comparativo: os conversíveis 500 e Fortwo se enfrentam

Comparativo: os conversíveis 500 e Fortwo se enfrentam

02/06/2022
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RAFAELA BORGES
FOTOS: JOSÉ PATRICIO/ESTADÃO

Descarte a necessidade de espaço. Neste comparativo, o que importa é a aptidão urbana, quase sempre inversamente proporcional à amplitude interna. No caso das versões conversíveis de Fiat 500 e Smart Fortwo, o charme também tem grande peso. O primeiro é mexicano e foi lançado no fim do ano passado como o modelo de teto dobrável mais em conta do País, tabelado a R$ 59.900.

(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook:https://www.facebook.com/JornaldoCarro)

E foi justamente o preço o que mais contou na vitória do novato sobre o Fortwo. O Smart ocupa o segundo lugar na lista dos conversíveis mais acessíveis. Por ser francês, paga mais impostos que o rival e sua tabela parte de R$ 71.700.

Mas as vantagens do pequeno Fiat não se resumem à diferença de R$ 11.800 na hora de pagar a conta. Com motor 1.4 de 105 cv, ele é mais ágil que o minúsculo rival (os dois são a gasolina), além de oferecer melhores dirigibilidade e acabamento. Só ele pode levar duas pessoas no banco de trás, mesmo que apertados.

500

As capotas desses carrinhos são de lona – se parecem mais com um teto solar – e têm acionamento elétrico. Há boa iluminação a bordo e sensação de vento no rosto, mas os ocupantes não ficam expostos como ocorre em outros conversíveis.

No Smart é possível retirar – manualmente – os arcos do teto e transformá-lo em um conversível de fato. No Fiat, não.

FORTWO

Quando está fechado, o teto do Fortwo bate menos na carroceria que o do 500, no qual o barulho incomoda. Rodando, o Fiat tem motor mais silencioso, que responde melhor que o 1.0 turbo de 84 cv do Smart principalmente em baixa rotação, o que lhe dá ampla vantagem ao retomar velocidade.

O francês se mostra espertinho só com o motor acima das 3 mil rpm. O que o deixa muito atrás do 500 é o conforto ao rodar. Com entre-eixos muito curto e suspensão dura, o Fortwo transmite mais os impactos com o solo à cabine.

Automatizado, o câmbio do Smart dá trancos nas mudanças. O do Fiat, automático, é suave. O 500 é mais estável em velocidade e à mão em curvas.

(Confira o comparativo completo na edição do Jornal do Carro desta quarta-feira)

RAFAELA BORGES
FOTOS: JOSÉ PATRICIO/ESTADÃO

Descarte a necessidade de espaço. Neste comparativo, o que importa é a aptidão urbana, quase sempre inversamente proporcional à amplitude interna. No caso das versões conversíveis de Fiat 500 e Smart Fortwo, o charme também tem grande peso. O primeiro é mexicano e foi lançado no fim do ano passado como o modelo de teto dobrável mais em conta do País, tabelado a R$ 59.900.

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E foi justamente o preço o que mais contou na vitória do novato sobre o Fortwo. O Smart ocupa o segundo lugar na lista dos conversíveis mais acessíveis. Por ser francês, paga mais impostos que o rival e sua tabela parte de R$ 71.700.

Mas as vantagens do pequeno Fiat não se resumem à diferença de R$ 11.800 na hora de pagar a conta. Com motor 1.4 de 105 cv, ele é mais ágil que o minúsculo rival (os dois são a gasolina), além de oferecer melhores dirigibilidade e acabamento. Só ele pode levar duas pessoas no banco de trás, mesmo que apertados.

500

As capotas desses carrinhos são de lona – se parecem mais com um teto solar – e têm acionamento elétrico. Há boa iluminação a bordo e sensação de vento no rosto, mas os ocupantes não ficam expostos como ocorre em outros conversíveis.

No Smart é possível retirar – manualmente – os arcos do teto e transformá-lo em um conversível de fato. No Fiat, não.

FORTWO

Quando está fechado, o teto do Fortwo bate menos na carroceria que o do 500, no qual o barulho incomoda. Rodando, o Fiat tem motor mais silencioso, que responde melhor que o 1.0 turbo de 84 cv do Smart principalmente em baixa rotação, o que lhe dá ampla vantagem ao retomar velocidade.

O francês se mostra espertinho só com o motor acima das 3 mil rpm. O que o deixa muito atrás do 500 é o conforto ao rodar. Com entre-eixos muito curto e suspensão dura, o Fortwo transmite mais os impactos com o solo à cabine.

Automatizado, o câmbio do Smart dá trancos nas mudanças. O do Fiat, automático, é suave. O 500 é mais estável em velocidade e à mão em curvas.

(Confira o comparativo completo na edição do Jornal do Carro desta quarta-feira)

Fonte: Estadão